07 fevereiro, 2013

Foz pressiona prefeitura e Samae

    A Foz do Brasil voltou à carga contra Prefeitura e Samae para a assinatura de contrato que eleva o valor a ser pago pelo governo municipal pela implantação da rede de esgoto. Ontem, dia 6, durante duas horas, o Diretor Regional da Odebrecht, Paulo Wenlzel, e o novo diretor operacional da Foz aqui em Blumenau, Sandro Stroiek, tentaram convencer o governo aceitar a exigência. Os investidores da Foz estão inquietos, temerosos de que o lucro não seja o esperado. "Precisamos reequilíbrio financeiro", disseram.
     Secretários municipais integrantes do comitê gestor de governo e dirigentes do Samae sentaram-se à mesa para ouvir os dirigentes da Foz, às 17h30 dessa quinta-feira. Durante duas horas foram apresentados números na tentativa de justificar o aditivo ao contrato no valor que supera os R$180 milhões. A empresa reclama estar investindo mais do que o previsto no contrato inicial porque o Samae não fez a parte que lhe cabia (25% da rede coletora e estação de tratamento).
     A reação do governo foi exigir que a Foz do Brasil apresente documentos comprovando custos efetivos das obras realizadas. Pretende analisar tudo até o prazo dado pela concessionária, que é 17 de março, com a possibilidade, foram avisados os representantes da Foz, de prorrogar uma decisão.

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