Com o inicio do ano legislativo, esta semana, surgiu também a notícia de que o PSD, partido do ex-prefeito JP Kleinubing, não iria mais participar do governo Napoleão. Bem, isto não é mais novidade. O que não foi dito, ainda, é que o agora presidente da Câmara de Vereadores Mário Hildebrandt, ficou muito chateado com esta mudança repentina imposta pelos caciques locais de seu partido. Tão incomodado que se sente desconfortável na sigla. Foi o que me contaram na noite desta quinta-feira, 5.
Hildebrandt foi "convocado" a assumir a presidência do Legislativo blumenauense nos momentos finais da legislatura passada. Acordo alinhavado por Napoleão e Kleinubing deixava o peemedebista Roberto Tribess fora da função de presidente, como havia sido acertado no ano anterior. A nova aliança implicava em disponibilizar ao PSD alguns cargos de primeiro escalão no governo.
Mas, neste inicio de ano, os pessedistas recuaram: Kleinubing, Nelson Santiago (que voltou à presidencia do diretório municipal) e os deputados Ismael e Kuhlmann, suspeitaram que fortaleceriam o governo Napoleão, dando-lhe munição para a campanha da reeleição. Decidiram, então, tirar o time de campo. Uma reviravolta que contrariou o correligionário presidente da Câmara de Vereadores. E, provavelmente, terá reflexos na próxima eleição.
Informações, críticas, opiniões e imagens desta cidade. E, eventualmente, de outras também.
06 fevereiro, 2015
03 fevereiro, 2015
Eles voltaram. Ternos negros na reabertura do Legislativo
Os vereadores de Blumenau voltaram ao trabalho formal nesta terça-feira. Todos de ternos escuros, como se fossem adquiridos em lote, ouviram o strong>Padre Bachmann/strong> - um dos líderes espirituais convidados - deixar um recado desconfortável: Política não é a arte da esperteza, mas da transparência. É compromisso com a verdade". E verdade "é ética e superação do strong>mau hábito da corrupção, que se tornou cultural". O prefeito Napoleão Bernardes participou também da abertura dos trabalhos, mas, desta vez não precisou ir acompanhado por uma "força-tarefa".
Mário Hildebrandt (PSD), eleito presidente no final do ano passado, depois de negociações que envolveram o atual e o ex-prefeito (João Kleinubing, agora deputado federal pelo PSD), comandou a cerimônia. Ao seu lado direito, o vice-presidente Marcos da Rosa (DEM), na esquerda, Célio Dias (PR), um dos envolvidos na operação Tapete Negro, agora no cargo de 1º Secretário da Câmara e que indicou seu correligionário Edson Brunsfeld para ocupar a diretoria geral da Casa. Eles e os demais vereadores, envergaram trajes pretos, o que me fez lembrar a música do gaúcho Paulo Ruschell: "Os homens de preto trazendo a boiada, vem rindo cantando, dando gargalhada. Deus, Deus, Deus, você fez".
AMOR POLÍTICO
E o padre Bachmann, representando a comunidade católica, mencionou da tribuna os pilares da ação política sob a ótica da Igreja Católica, um dos quais é o amor, disse. O amor político, que "não admite o jogo da deslealdade, mentira, clientelismo, desvios de verbas, uso de meios ilícitos para a conquista do poder". Mas salientou, também, que a maioria do povo precisa ser conscientizado políticamente, pois há os que "tendem a aproveitar-se do ano eleitoral para obter favores".
O prefeito Napoleão Bernardes (PSDB), fez um rápido e trivial discurso, destacando a importância da Câmara de Vereadores nas decisões que interessam à cidade e por isso estava ali, com secretários e diretores. Mas, não se poderia mensurar esta importância que ele atribuiu aos vereadores pelo número de secretários municipais que o acompanharam: eu vi três, mas soube que esteve por lá mais um.
Bem, salvo quatro exceções (os três vereadores petistas, Adriano, Jefferson e o ex-presidente da Casa Vanderlei e o pedetista Ivan Naatz), todos os demais vereadores estarão com o governo ao longo deste ano, como indicam as composições.
Terminada a parte formal desta sessão de abertura do ano Legislativo, assistida por um público que deixou muitas cadeiras vazias, foi iniciada a sessão ordinária, com a indicação de líderes de bancadas e ordem de pronunciamentos. E o primeiro a ocupar a tribuna foi um apático Ivan Naatz (PDT). Refletiu o pouco entusiasmo geral deste reinicio.
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| Vereadores, de volta à tribuna |
AMOR POLÍTICO
E o padre Bachmann, representando a comunidade católica, mencionou da tribuna os pilares da ação política sob a ótica da Igreja Católica, um dos quais é o amor, disse. O amor político, que "não admite o jogo da deslealdade, mentira, clientelismo, desvios de verbas, uso de meios ilícitos para a conquista do poder". Mas salientou, também, que a maioria do povo precisa ser conscientizado políticamente, pois há os que "tendem a aproveitar-se do ano eleitoral para obter favores".
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| Pe Bachamann, criticando esperteza política e corrupção |
Bem, salvo quatro exceções (os três vereadores petistas, Adriano, Jefferson e o ex-presidente da Casa Vanderlei e o pedetista Ivan Naatz), todos os demais vereadores estarão com o governo ao longo deste ano, como indicam as composições.
Terminada a parte formal desta sessão de abertura do ano Legislativo, assistida por um público que deixou muitas cadeiras vazias, foi iniciada a sessão ordinária, com a indicação de líderes de bancadas e ordem de pronunciamentos. E o primeiro a ocupar a tribuna foi um apático Ivan Naatz (PDT). Refletiu o pouco entusiasmo geral deste reinicio.
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| Homens de preto retornando ao plenário |
| PSD na presidência. DEM, PR e PSDB complementam a Mesa |
| Hildebrandt, agora na presidência do Legislativo |
| Prefeito, com discurso trivial para saudar abertura do ano legislativo |
| Naatz, ex-lider do governo, primeiro discurso sem entusiasmo |
| Bombeiro, do Solidariedade, apoio garantido a Napoleão |
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| Cadeiras vazias na primeira sessão do ano |
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| O novo presidente vai a platéia distribuir cumprimentos |
30 janeiro, 2015
O buraco era mais embaixo e servidores exibem comprometimento
A expressão popular e até vulgar "o buraco é mais embaixo", tem diversas interpretações. Uma delas pode significar que o problema é mais sério do que parece. Bem, ajustou-se perfeitamente ao entupimento da tubulação pluvial/esgoto de minha rua, que aqui denunciei. Critiquei e agora elogio. O secretário de Serviços Urbanos Rafael Jensen - que não conheço -, e sua equipe reagiram com presteza. Nesta sexta, 30, o problema esta solucionado, ao que tudo indica.
O retorno de água pela boca-de-lobo junto ao local onde houvera, dias antes, intervenção na tubulação, aparentemente não foi causado por este trabalho, como apontei. Mas foi, digamos, a "gota de areia" que faltava para entupir de vez a rede coletora de água pluvial e esgoto (por aqui ainda não passou a Foz, ou Odebrecht Ambiental). Foi o que se constatou nesta quinta-feira, quando servidores da Companhia Urbanizadora e dos Serviços Urbanos começaram a recuperação da rede.
Informei o problema via fone 156 na segunda, e na terça postei critica no blog e facebook. No dia seguinte o fiscal Jorge e uma equipe já estavam no local, mas, em função do temporal que se anunciava, o trabalho foi transferido para o dia seguinte. Então aportaram com retroescavadeira, caminhão caçamba, dois caminhões-bomba para desentupimento e sucção, picape com materiais e 11 pessoas. E logo descobriram que a tubulação estava obstruida e foi necessários escavar em mais dois locais da rua para que pudesse ser feito desentupimento.
Acompanhei de perto todo trabalho ao longo da quinta-feira e nesta sexta. Percebi a boa vontade e comprometimento das equipes, mesmo de prestador de serviço da URB que há quatro meses não é pago.
O retorno de água pela boca-de-lobo junto ao local onde houvera, dias antes, intervenção na tubulação, aparentemente não foi causado por este trabalho, como apontei. Mas foi, digamos, a "gota de areia" que faltava para entupir de vez a rede coletora de água pluvial e esgoto (por aqui ainda não passou a Foz, ou Odebrecht Ambiental). Foi o que se constatou nesta quinta-feira, quando servidores da Companhia Urbanizadora e dos Serviços Urbanos começaram a recuperação da rede.
Informei o problema via fone 156 na segunda, e na terça postei critica no blog e facebook. No dia seguinte o fiscal Jorge e uma equipe já estavam no local, mas, em função do temporal que se anunciava, o trabalho foi transferido para o dia seguinte. Então aportaram com retroescavadeira, caminhão caçamba, dois caminhões-bomba para desentupimento e sucção, picape com materiais e 11 pessoas. E logo descobriram que a tubulação estava obstruida e foi necessários escavar em mais dois locais da rua para que pudesse ser feito desentupimento.
Acompanhei de perto todo trabalho ao longo da quinta-feira e nesta sexta. Percebi a boa vontade e comprometimento das equipes, mesmo de prestador de serviço da URB que há quatro meses não é pago.
27 janeiro, 2015
Serviço mal feito provoca retrabalho e prejuízos ao governo e contribuintes
Quanto custa para um governo um serviço mal feito e o retrabalho para recuperá-lo? Duvido que algum gestor público faça esse cálculo ou até mesmo que se importe com isso. Uma dúvida alimentada pelo serviço "porco" feito em minha rua. O "conserto" de tubulação pluvial fez uma boca de lobo funcionar ao contrário, expelindo água e carregando terra e areia que entupiram outro bueiro. Agora, serão necessários máquina, abertura de valas, retirada e recolocação de tubos em pelo menos 20 metros da rua.
O "conserto" foi no inicio de janeiro. Aparentemente os tubos então danificados, exatamente na frente de uma garagem residencial, ficaram obstruídos com o serviço mal executado. Neste domingo, dia 25, uma chuva forte no final da tarde fez a boca-de-lobo existente no local transbordar. A água arrastou terra e areia do local que havia sido aberto e onde ainda não foram recolocadas as lajotas. O resultado foi que o bueiro seguinte, 12 metros abaixo, entupiu.
Nesta terça, à tarde, 27, veio uma equipe com esquipamento especial para o desentupimento de bueiros. Trabalharam por 20 minutos, em vão. Desistiram, deixando a informação de que virão outros funcionários, com retroescavadeira para abrir valas, retirar tubos, desentupir a canalização. Vem aí, também, transtornos para diversos moradores da rua, sem dúvida. Quanto custa isso para o poder público e para o contribuinte? Quem se importa!
O "conserto" foi no inicio de janeiro. Aparentemente os tubos então danificados, exatamente na frente de uma garagem residencial, ficaram obstruídos com o serviço mal executado. Neste domingo, dia 25, uma chuva forte no final da tarde fez a boca-de-lobo existente no local transbordar. A água arrastou terra e areia do local que havia sido aberto e onde ainda não foram recolocadas as lajotas. O resultado foi que o bueiro seguinte, 12 metros abaixo, entupiu.
Nesta terça, à tarde, 27, veio uma equipe com esquipamento especial para o desentupimento de bueiros. Trabalharam por 20 minutos, em vão. Desistiram, deixando a informação de que virão outros funcionários, com retroescavadeira para abrir valas, retirar tubos, desentupir a canalização. Vem aí, também, transtornos para diversos moradores da rua, sem dúvida. Quanto custa isso para o poder público e para o contribuinte? Quem se importa!
20 janeiro, 2015
Bombinhas não tem coleta seletiva nem esgoto tratado, mas agora tem a TPA
| Reciclável que diariamente vai pro aterro sanitário |
| Latões que se deterioram como lixeiras |
Quem sabe o costão do Canto Grande fique livre do lixo depositado sobre as pedras pelos cultivadores de mariscos, ou que as desertas praias Triste, do Cardoso, em Zimbros, sejam visitadas por algum coletor de lixo.
É possivel, acredito, que o município terá verbas para canalizar os fétidos valões existentes ao longo de diversas ruas do Mariscal. E pedir tratamento de esgoto, em área que o abastecimento de água tratada é precário, me parece exagero.
| Entulhos nas ruas do Mariscal |
| Relaxados usam rua para lançar entulhos, que não são recolhidos |
| Rua Amendoeira tem um lixão permanente |
| Lixo e entulhos...... |
| ....há tempos lançados na rua Quartzo, Mariscal |
| Valetões no Mariscal.... |
| ... serão canalizados com a TPA? |
18 dezembro, 2014
A cidade perde um cicloativista, um personagem histórico
Nesta quinta-feira, 18 de dezembro, abro o blog com muita tristeza. Faço-o para registrar a perda de um amigo e personagem histórico de Blumenau: o Wilberto Boos. Incansável batalhador pelo uso da bicicleta como meio de transporte e lazer; intransigente na cobrança do poder público pela implantação de ciclovias e ciclofaixas na cidade; critico permanente à falta de respeito de motoristas aos usuários de bicicleta, foi derrotado por um AVC e infarto, depois de penar algum tempo no hospital.
Mecânico de bikes, comerciante, Boos era apaixonado pela Natureza e pelo uso da bicicleta. Um cicloativista que liderava grupos para viagens e "pedais" na própria cidade. Membro de primeira hora da ABCiclo estava à frente da organização de dezenas de passeios ciclisticos promovidos por empresas e entidades e que buscavam apoio da associação na organização destes eventos.
Em julho do ano passado postei matéria relatando um pouco deste querido personagem, aqui no blog. A cidade e os ciclistas perdem muito com sua morte.
| Boos em sua oficina. No braço a marca de um então recente atropelamento |
Em julho do ano passado postei matéria relatando um pouco deste querido personagem, aqui no blog. A cidade e os ciclistas perdem muito com sua morte.
14 dezembro, 2014
Embrenhar-se na Nova Rússia é deixar-se cativar pela Natureza
Não aconselho um passeio para aqueles lados - até o Parque das Nascentes, por exemplo, em sábados à tarde e, pior ainda, nos domingos do Verão. A margem do Ribeirão Garcia, a partir do Recanto Silvestre (restaurante há anos em funcionamento ali), vira uma "muvuca" e com frequência a Polícia Militar precisa ser acionada, como no fim de semana passado (6 e 7 de dezembro), contam moradores da região. Uma "multidão" transforma o ribeirão em balneário, carros estacionados no leito da acanhada estrada, indiferentes às placas de sinalização e muita cerveja contribuem para a balburdia.
12 dezembro, 2014
PSD reassume poder na Câmara de Vereadores, como previsto
Faço esta postagem apenas para confirmar informação aqui divulgada uma semana atrás e fazer uma correção, relacionada à eleição da nova Mesa diretora da Câmara de Vereadores de Blumenau. O PSD que em 2013 era o que poderia ser chamado de oposição, agora está no comando da Casa, com o vereador Mário Hildebrandt na presidência.
Uma eleição sem surpresa e que deixou a impressão de que somente Ivan Naatz (PDT), não sabia que tudo estava acertado: tentou impugnar o nome de Célio Dias (PR) na chapa, sob argumento de que teve o mandato cassado em votação colegiada da Justiça.
Não deu em nada. E com relação a Dias é a correção que faço: ele entrou na chapa como 1º secretário e não 2º, como previ. Os votos que os elegeram foram igualmente os esperados: Hildebrandt, Antônio Veneza e Marcelo Lanzarin (PSD); Wanrowsky, Jens Mantau (PSDB); Célio Dias (PR), Zeca Bombeiro (Solidariedade), César Cim (PP), Oldemar Becker (PPS) e Marco da Rosa (DEM).
Beto Tribess (PMDB), que levou a rasteira, pois seria o próximo presidente se o acordo de dois anos atrás tivesse sido honrado, ainda concorreu e com ele votaram os três vereadores do PT (Vanderlei Oliveira, Adriano Pereira e Jefferson Forest) e mais Ivan Naatz (PDT).
Uma eleição sem surpresa e que deixou a impressão de que somente Ivan Naatz (PDT), não sabia que tudo estava acertado: tentou impugnar o nome de Célio Dias (PR) na chapa, sob argumento de que teve o mandato cassado em votação colegiada da Justiça.
Não deu em nada. E com relação a Dias é a correção que faço: ele entrou na chapa como 1º secretário e não 2º, como previ. Os votos que os elegeram foram igualmente os esperados: Hildebrandt, Antônio Veneza e Marcelo Lanzarin (PSD); Wanrowsky, Jens Mantau (PSDB); Célio Dias (PR), Zeca Bombeiro (Solidariedade), César Cim (PP), Oldemar Becker (PPS) e Marco da Rosa (DEM).
Beto Tribess (PMDB), que levou a rasteira, pois seria o próximo presidente se o acordo de dois anos atrás tivesse sido honrado, ainda concorreu e com ele votaram os três vereadores do PT (Vanderlei Oliveira, Adriano Pereira e Jefferson Forest) e mais Ivan Naatz (PDT).
02 dezembro, 2014
Acordo prestes a ser ignorado na Câmara, para PSD assumir presidência
Acreditar em promessa de político, todos já sabem: é como aceitar a existência de coelhinho da Páscoa. Mas, neste final de legislatura na Câmara Municipal de Blumenau fica evidente que nem eles mesmos podem levar a sério seus acordos. Que o diga o vereador peemedebista Roberto Tribess. Indicado como sucessor do presidente Vanderlei de Oliveira (PT), ao que tudo indica verá o Mário Hildebrandt (PDS), ocupar o cargo.
A eleição da nova Mesa Diretora ocorrerá, provavelmente, na última sessão ordinária do ano, quinta-feira 11 de dezembro. Até a semana passada alguns vereadores me diziam que a questão não entrara em discussão e davam como certo o cumprimento do acordo feito quando da escolha de Vanderlei Oliveira para a presidência. Entendimento informal, claro.
Isto foi no início de 2013. Agora a situação é outra, mais por influência do paço municipal do que dos próprios vereadores. "O Napoleão quer o Mário Hildebrandt", desabafa o próprio Tribess, aparentemente conformado. E o "candidato do prefeito" só não teria os três votos do PT, o do próprio quase presidente (PMDB) e, provavelmente o do pedetista Ivan Naatz. E até a composição da Mesa estaria definida com o PSD agora aliado do governo: além de Mário na presidência, Marcos da Rosa (DEM), subindo de 1º secretário para vice-presidente: o tucano Marco Wanrowisk na 1ª secretaria e o Célio Dias (PR e parte do processo judicial apelidado de "Tapete Negro"), premiado com a 2ª secretaria.
Mas, "nada está definido e o Tribess pode ser, sim, meu sucessor", disse-me, no final da tarde desta terça-feira o atual presidente, Vanderlei Oliveira.
| Tribess, vendo o acordo esvair-se. |
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| Mário, de olho na presidência, com apoio do prefeito |
Isto foi no início de 2013. Agora a situação é outra, mais por influência do paço municipal do que dos próprios vereadores. "O Napoleão quer o Mário Hildebrandt", desabafa o próprio Tribess, aparentemente conformado. E o "candidato do prefeito" só não teria os três votos do PT, o do próprio quase presidente (PMDB) e, provavelmente o do pedetista Ivan Naatz. E até a composição da Mesa estaria definida com o PSD agora aliado do governo: além de Mário na presidência, Marcos da Rosa (DEM), subindo de 1º secretário para vice-presidente: o tucano Marco Wanrowisk na 1ª secretaria e o Célio Dias (PR e parte do processo judicial apelidado de "Tapete Negro"), premiado com a 2ª secretaria.
Mas, "nada está definido e o Tribess pode ser, sim, meu sucessor", disse-me, no final da tarde desta terça-feira o atual presidente, Vanderlei Oliveira.
18 novembro, 2014
Arte caigangue junto à Ponte do Tamarindo
A expectativa de aumento do consumo em função do Natal mobiliza também a comunidade indígena. E com esta motivação quatro famílias de caingangues acamparam no fim de semana que passou em meio à vegetação que sobrevive junto à uma das cabeceiras da Ponte do Tamarindo, no bairro Itoupava Norte. Ali produzem o artesanato que venderão na cidade.
Cestos de taquara, peneiras, balaios e até aqueles "filtro dos sonhos" oriundos de tribos norteamericanas, tão em moda, estão expostos em frente ao acampamento, bem a vista para quem desce da Via Expressa rumo à Rodoviária, Policlínica ou rua 2 de Setembro. Na tarde desta terça-feira, o caingangue Gilmar produzia pequenos arcos de flexa, enquanto sua mulher fazia casas de pássaros, decorativas, com cipós. Mais ao lado, Edson elaborava uma bicicleta com ganhos de árvores e cipós, que receberia um pequeno cesto, também de cipó. Uma peça decorativa para ser enfeitada com flores e colocada no jardim ou varanda, explicava ele. Logo depois pôs-se a construir um pequeno carro-de-mão, com os mesmos materiais.
Parte dos objetos, aqueles feitos com tiras de taquara, eles trouxeram prontos de Chapecó, onde vivem a maior parte do ano. E por aqui pretendem ficar até o Natal e, desta vez, melhor equipados do que em vezes anteriores, pois trouxeram pequenas barracas de camping. Sob abrigos de lonas plásticas pretas e sobras de madeiras ficam matérias primas e os objetos confeccionados artesanalmente.
Parte dos objetos, aqueles feitos com tiras de taquara, eles trouxeram prontos de Chapecó, onde vivem a maior parte do ano. E por aqui pretendem ficar até o Natal e, desta vez, melhor equipados do que em vezes anteriores, pois trouxeram pequenas barracas de camping. Sob abrigos de lonas plásticas pretas e sobras de madeiras ficam matérias primas e os objetos confeccionados artesanalmente.
| O caingangue Edson, construindo uma bicicleta... |
| ... com galhos e cipós, para decorar.... |
| ...quem sabe um jardim, enfeitada com flores |
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