| Agora, calçada em condições de uso pelo pedestre |
Informações, críticas, opiniões e imagens desta cidade. E, eventualmente, de outras também.
29 abril, 2014
Calçada limpa e espaço para o pedestre, enfim
Retomo este blog para relembrar uma postagem feita em 25 de março, quando denunciava o descaso para com o pedestre pela empresa Vonpar (distribuidora da Coca-Cola). A calçada em frente a seu depósito, na Rua Gustavo Lueders (Itoupava Norte) estava danificada e coberta por entulhos, lajotas e tubos. Enviei link da postagem para a sede da empresa e, exatamente um mês depois, recebo resposta via assessoria de Imprensa: a Vonpar foi "proativa" e limpou o trecho.
De fato, foi retirado entulhos e restaurada onde necessário a calçada, possibilitando que as pessoas usem o espaço a elas destinado, sem precisar enfrentar os carros no asfalto. E se disse proativa porque a responsabilidade em refazer o passeio, após obras de repavimentação da rua e instalação de nova rede de água seria da Prefeitura. Nesta terça, a Secretaria de Obras confirmou o compromisso e alegou que houve problemas com a empresa responsável pelo serviço, mas que "nos próximos dias" serão retomados os trabalhos. E falta todo trecho de calçadas no lado esquerdo das Gustavo Lueders e Fritz Spernau (continuação da primeira), implantação de ciclofaixa e faixas de segurança.
02 abril, 2014
Acesso melhorado para rua transversal e rótula na Rua das Missões
Os cavaletes foram colocados no local pela Guarda de Trânsito, poucos dias após mais um acidente ali onde motoristas fazem manobra para alcançar a Rua Buenos Aires (onde funcionam emissoras de rádio, um hotel e um sindicato). Nesta quarta, dia 2, Dirk Reiter, diretor de Planejamento Viário, da Secretaria de Planejamento, disse-me que há projeto já entregue na Secretaria de Obras para a construção de uma alça (ou faixa) para os veículos que vindos pela Rua das Missões, pretendam fazer a conversão à esquerda. Isto implicará em mudanças no ponto de ônibus e, provavelmente, calçada ali existente. O mesmo projeto prevê uma rotatória no atual precário trevo em frente à Regata Motos, outro ponto de frequentes acidentes. Mas, por enquanto, sem previsão de execução. Assunto a ser discutido com o novo secretário de Serviços Urbanos.
ACESSO IMPROVISADO
Enquanto isso, a "iniciativa privada" melhora o acesso à alça da Via Expressa, pela Rua 30 de Outubro, ali próximo à Ponte Tamarindo. Um pouco mais de terra e mini-enrocamento para dar mais segurança ao "aterro" foram obras recentes. Quem sabe uma hora dessas seja asfaltado.
Numa data histórica, um reencontro de companheiros
Nesta terça, quando eram lembrados os 50 anos do golpe militar que instaurou uma ditadura no país, velhos companheiros se reuniam em um encontro igualmente histórico. Iniciativa e convite do Everton Marçal, que também proporcionou o local (a sede da SCI Sistemas Contábeis) e assou costelas e pernil de ovelha, saborosas.
Um pequeno grupo que no fim dos anos 90 e primeiros do novo milênio compartilhavam os mesmo ideais, militavam por uma política séria onde os interesses primeiros eram os da sociedade; tinham e eram fiéis a uma ideologia. Enfim, descobriram depois, como disse um deles, o Alexandre Gonçalves, eram utópicos. E, quando perceberam, deixaram aquelas batalhas para seguir seus rumos e projetos pessoais. A ocasião do reencontro, no aniversário da "Redentora" e Dia da Mentira, foi apenas uma coincidência.
Na imagem, a partir da esquerda: eu, JKrein, Vicentini, Baron, Leônidas, o anfitrião Bagé (camisa escura, ao fundo),Almir, Sommer, Gonçalves, Mengarda, Chico e Marcel.
Na imagem, a partir da esquerda: eu, JKrein, Vicentini, Baron, Leônidas, o anfitrião Bagé (camisa escura, ao fundo),Almir, Sommer, Gonçalves, Mengarda, Chico e Marcel.
26 março, 2014
Metalurgia em forma de arte ganha espaços públicos
Metalurgia, é sabido, não é o forte de Blumenau. Mas, quem sabe a cidade venha a se destacar por obras de arte em metalurgia, de seus artistas. Uma nova é apresentada ao público nesta quinta-feira: a escultura "Embrião", de Tadeu Bittencourt, instalada no trevo do ponto final da Rua João Pessoa, local popularmente identificado como "onde a Velha abre as pernas".
Com apoio da maior metalúrgica da cidade, a Eletro-Aço Altona, Bittencourt trabalhou e deu uma forma espiral a chapas de aço. A obra ficou com 5metros de comprimento e 2 metros e 80 centímetros de altura, instalada sobre uma base de concreto. O que significa? Aparentemente ficará ao sabor e a imaginação de cada um pois a descrição contida no material de divulgação é tão abstrata quanto a mesma: ..."O movimento sugerido é rotacional, que é passado pelas curvas e volumes crescentes da forma tridimensional".
Com esta obra Tadeu vem se unir a Guido Heuer, autor de outras duas grandes esculturas em que o aço é a principal matéria prima instaladas na cidade. A primeira, junto à Via Expressa, próximo à Rodoviária e a segunda erigida na Praça dos Músicos, local da antiga fábrica das Gaitas Hering.
Com esta obra Tadeu vem se unir a Guido Heuer, autor de outras duas grandes esculturas em que o aço é a principal matéria prima instaladas na cidade. A primeira, junto à Via Expressa, próximo à Rodoviária e a segunda erigida na Praça dos Músicos, local da antiga fábrica das Gaitas Hering.
Diversão e encantamento nas histórias contadas no Parque
| Lá veio a pata. Pata aqui, pata acolá. Lá veio a pata para ver o que é que há. Pata ou pato, viu e parou para também ouvir os causos |
Almofadas, livros infantis pendurados em galhos de árvore, em uma pérgola, revistas exibidas em suportes, tapetes coloridos formavam o ambiente informal e convidativo em três pontos do parque, onde pequena platéia de pequenos alunos de escolas municipais se deliciavam com as histórias. Cenas que se repetem diariamente esta semana, até sexta-feira, comemorando o primeiro ano do projeto Parque da Leitura, criado e coordenado pela professora Patrícia Constâncio. Nesta semana as histórias são voltadas para crianças de 4 a 12 anos, de escolas municipais, embora o projeto tenha iniciado atendendo público adulto, no próprio Parque Ramiro Ruediger. Esta semana, na comemoração de um ano do projeto, o SESC uniu-se à Fundação Cultural e nesta quarta-feira o cantor, compositor e escritor pernambucano Pochyua Andrade prendeu a atenção da meninada contando causos de "A Vaca Minuciosa", entremeados com música também de sua autoria, que dão sonoridade a história. Sábado haverá contação de histórias para o público em geral, como programação do Parque da Leitura.
25 março, 2014
No depósito de "felicidade", obstáculos aos pedestres
| Pedestre, atravesse a rua, por favor |
| Lajotas, buracos, monte de terra, blocos de concreto no caminho |
21 março, 2014
Parque enfim reaberto. Com chuva
| Trilhas reabertas |
Foram quase cinco anos de absoluto desinteresse, do governo Kleinubing. O parque ficou abandonado desde que a enxurrada histórica daquele ano provocou estragos no local. Mas, os danos maiores foram a depredação total das instalações onde funcionavam recepção, arquivo, sala de reuniões e sanitário. E, claro, a impossibilidade de a população percorrer as trilhas e usufruir aquele pequeno pedaço de mata atlântica nesse período.
BOA VONTADE
Munido de boa vontade, o atual presidente da Faema, fez o que deveria: com investimento em torno de R$ 36 mil e depois de várias reuniões com representantes da Província Franciscana (legalmente ainda dona da área), devolve à cidade seu parque natural central. As intervenções foram poucas. Além da reforma total do prédio da recepção, houve limpeza de trilhas, foram refeitos alguns bancos de madeira e substituidos passarela de ferro e guarda-corpo sobre o ribeirão que corta a área. Até a pequena cascata reapareceu. Só não foi recuperada a represa, que permanece assoreada. Retirar a terra depositada ali durante a enxurrada é algo mais complicado e delicado, que ficará para mais adiante, disse Jean Naumann.
| Passarela sobre ribeirão foi refeita |
A situação jurídica do Parque São Francisco é um imbróglio que vem desde 1995, quando foi criado por decreto municipal. Há acordos firmados entre prefeitura e franciscanos, mas mudanças no plano diretor da cidade complicaram a transferência definitiva da área para o município. O advogado Anselmo Lessa, antecessor de Naumann na Faema, chegou a encaminhar a reabertura do parque, mas esbarrou na questão legal e na má vontade da Província em aceitar um novo contrato. "Preferi não investir sem garantia da posse", explicou-me Lessa, uns dias atrás. Seu sucessor avançou e promete regularizar de vez esta pendência. "No inicio da abril teremos nova reunião para tratar do assunto, envolvendo Faema, Planejamento, Procuradoria Jurídica do município e representantes da Provincia Francisca", informou-me Jean Naumann lá no Parque, muito animado. Do prefeito ele ouviu um "muito obrigado" momentos antes da reabertura formal, feita na área da recepção. Depois do ato, munidos de guarda-chuvas, prefeitos, convidados e alguns alunos do colégio Bom Jesus percorreram parte das trilhas. O parque ficará aberto a visitação, em princípio, aos sábados e se não estiver chovendo.
| Um esquilo, morador do parque, dando boas-vindas |
| Vegetação exuberante.... |
| ...no caminho dos visitantes |
| Bromélias embelezam a área |
| Antes da reabertura, um raro momento de sol |
| Prefeitos e convidados no ato formal |
| Sala recuperada pode abrigar pequena biblioteca |
| Napoleão percorre trilha com o ex-prefeito Félix |
| Estudantes participaram da reabertura |
| E fizeram pose junto com o prefeito da cidade |
| Chuva não impediu a caminhada na trilha |
| Paisagem incomum no Centro da urbe |
| Placa de identificação coberta e promessa de reestudo |
| Problema: embalagem de comida e ferragem esquecidas na mata |
12 março, 2014
Com águas do Fortaleza represadas dique terá utilidade?
Nesta terça liguei para a Secretaria de Serviços Urbanos para alertar sobre o bloqueio da galeria. O gerente Cleber Santana disse que esta questão é de competência da Defesa Civil, que seria informada. Um vizinho daquela galeria, Arlindo Bernardi, que está sempre de olho no ribeirão a cada chuva mais intensa, ja desanimou, cansou de ligar para a Secretaria de Obras, sem resultado. "O vereador do bairro, o Beto, nem atende mais nossas ligações", queixa-se.
O assoreamento do ribeirão e o bloqueio da vazão por entulhos serão permanentes e lembrados apenas quando há transbordamento, enchente, vítimas. Em 2008, as águas do Fortaleza foram represadas pela Rua Fritz Spernau. Em reunião no local, com vice-prefeito, secretário de Obras, cidadãos da comunidade, sugeri que ao invés de galeria ali fosse feita uma ponte. Um quase desconhecido diretor da Obras, no cargo naquela ocasião, ao invés de avaliar, pensar, perguntou-me: "Tens diploma?". Talvez ele tenha, mas como diploma não é sinal de competência, nem garantia de QI pelo menos médio e tampouco instrumento que alimente a vontade de fazer, estamos sujeitos a ter um PI-5 funcionando, mas pouco útil.
| A cascata Fortaleza..... |
| ....cavando o barranco. |
11 março, 2014
Desleixo ou inovação na sinalização de trânsito?
Blumenau cresceu de forma acelerada nas últimas duas décadas. E perdeu o "jeito alemão" de fazer bem-feito, de fazer com qualidade. Isto se percebe a todo instante em setores diversos e fica bem visível nas ruas. Exibo, em mais um registro de descaso ou desleixo, placas de sinalização de trânsito retiradas em função de obra e abandonadas; outra de "Pare" fixada no solo, apoiada por algumas pedras e outra, nova, que havia sido instalada no final do ano passado. Quebrada por algum vândalo noa primeiros dias deste ano, está no chão, encostada em um muro. O curioso, neste caso, é que diariamente passa por ela um dos gerentes da Secretaria de Serviços Urbanos (claro, cuidar de sinalização não é sua atribuição).
10 março, 2014
Falta asfalto na cidade, ou competência?
Coisa feia estão as ruas de nossa cidade. Algumas, pelo menos. Além dos buracos naturais de pavimentos mal feitos, pipocam - isto mesmo, saltam aos olhos, brotam, são provocados- aqueles abertos ora pela Foz do Brasil, ora pelo Samae. Em uma rápida circulada por Ponta Aguda, Itoupava Norte, Fortaleza, registrei alguns, na tarde desta segunda-feira, dia 10. Falta de asfalto na cidade, ou qual a causa de tanta demora para recuperar as vias. Carnaval, chuva? O Samae, que tem a responsabilidade de cobrar melhorias no pavimento de ruas por onde passa a Foz, se necessário, deveria ter alguém responsável para avaliar o serviço da própria autarquia. Mas nem tudo é omissão ou esquecimento: pouco antes de eu fotografar o estrago feito na Rua Sete de Maio, os três grandes buracos, resultado de consertos em tubulações feitos ainda em meados de fevereiro, foram recobertos com asfalto.
| Rua 4 de Fevereiro |
| Rua 15 de Agosto |
| Rua Dois de Setembro |
| Na recém-reformada Fritz Spernau |
| Na Hermann Tribess |
| Rua das Missões... |
| ...ainda Rua das Missões |
| Rua Sete de Maio, buracos finalmente fechados nesta segunda à tarde |
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