Os vereadores Fábio Fiedler, Robinho e Célio Dias, mais os suplentes Almir Vieira e Braz Roncáglio, tem uma agenda comum e indesejada na segunda-feira, 21: audiência no Fórum. A data foi marcada pelo juiz Ricardo Rafael Santos, em despacho assinado nesta terça-feira. O processo, que tem pouco mais de 60 páginas - a maioria delas ocupadas por transcrição de conversas telefônicas - foi encaminhado ainda hoje pela manhã ao cartório eleitoral. Na audiência serão ouvidos réus e testemunhas apresentadas, tanto pela defesa (que tem direito a seis testemunhas cada um), quanto pelo pelo promotor público eleitoral, Odair Tramontin.
Após a audiência, o processo segue em análise pelo magistrado. A sentença deve sair, provavelmente, na semana seguinte. Ou seja, antes do final de janeiro saberemos o futuro dos réus, que foram indiciados por abuso de poder econômico e utilização de bens e equipamentos públicos em suas campanhas eleitorais.
Informações, críticas, opiniões e imagens desta cidade. E, eventualmente, de outras também.
15 janeiro, 2013
Ciclovia é estacionamento para cargueiros
Caminhoneiro conhece legislação de trânsito e, certamente também conhece uma ciclovia. E sabe, lógico, que estacionar sobre uma via para bicicletas é infração de trânsito. Bem, pelo menos deveria. O motorista de uma carreta, com placas de Pouso Redondo, não deu a menor importância para o que diz a legislação. Parou o "bruto" em cima da ciclovia, às 11h desta terça, 15, na Rua Heinrich Hemmer, e foi almoçar. Ao meio-dia continuava lá, sem ser molestado. Assim como conhece o Código de Trânsito, pelo menos teoricamente, sabe, na prática, onde não há fiscalização.
| Estacionou na pista para bicicletas e foi almoçar |
14 janeiro, 2013
Pedido de verbas para a Câmara, primeiro ato do novo presidente
Terminaram as férias do presidente da Câmara de Vereadores. Nesta segunda-feira, 14, Vanderlei Oliveira, do PT, reeleito, ocupou o gabinete e seu primeiro ato foi assinar um documento encaminhado ao prefeito Napoleão Bernardes. Nele solicita a liberação ao Legislativo do duodécimo de janeiro. Ou seja, dinheiro para pagamentos e para permitir o funcionamento da Câmara. E são R$ 1 milhão e 667 mil.
Além disso, tratou com o único assessor que conta por enquanto, transferido do setor administrativo, questões como a das vagas. E mandou anotar: por enquanto estão asseguradas as vagas do financeiro Maiocchi, do assessor legislativo Eder e o coordenador da TV Legislativa Antônio Amaro (Tico). As restantes, ficarão a cargo dos vereadores e do próprio Presidente. Este, aliás, foi um dos assuntos tratados pela Mesa Diretora, em reunião que Vanderlei convocou para a tarde. Quanto aos cargos da presidência, como o Diretor Administrativo da Casa, ele avisa que não esta pressa: "Tenho até fevereiro para nomear".
E percebi, também, preocupação com a coleta do lixo reciclável. Pediu ao assessor que buscasse informações junto ao Samae para saber se já foi tomada alguma iniciativa para melhorar o serviço. Bem, antecipei-lhe: ainda nada mudou; continua com a mesma ineficiência do governo anterior.
| Vanderlei e primeiros despachos À tarde, reunião com o vice Roberto Tribess e com o primeiro secretário Marcos da Rosa. Outro integrante da Mesa Diretora, Jens Mantau, está fora da cidade |
E percebi, também, preocupação com a coleta do lixo reciclável. Pediu ao assessor que buscasse informações junto ao Samae para saber se já foi tomada alguma iniciativa para melhorar o serviço. Bem, antecipei-lhe: ainda nada mudou; continua com a mesma ineficiência do governo anterior.
11 janeiro, 2013
Crime eleitoral: Terça-feira pode sair intimação para audiências
A Justiça Eleitoral, ao contrário da Criminal e Cível, anda célere. Na terça-feira, provavelmente, os três vereadores acusados de práticas eleitorais ilícitas durante a campanha e dois suplentes, serão intimados para audiência. A previsão de data é do juiz Ricardo Rafael Santos, que está na condição de substituto.
No meio da semana os vereadores Fábio Fiedler e Robinho (ambos PSD) e Célio Dias (PR), mais os suplentes Almir Vieira (PSD) e Braz Roncáglio (PR), apresentaram defesa às acusações de uso de materiais, equipamentos e servidores públicos em suas campanhas eleitorais. Ontem, quinta, 10, o promotor público da Vara Eleitoral, Odair Tramontin, já se manifestou e contestou todas as alegações apresentadas pelos réus.
Nesta sexta o juiz Ricardo Santos começou a analisar o processo e vai continuar examinando denúncia e defesa no fim de semana e aspectos formais do processo. Apesar de acumular a 1a. e 2a. Vara Criminal (a primeira como titular e a segunda como substituto), disse que poderá julgar o caso ainda em janeiro.
Um dos acusados, Célio Dias, disse, ao jornalista Alexandre Gonçalves, na quarta-feira, que utilizou o caminhão de um "primo" para colocar placas de campanha e que isto não é crime. Mas não disse que o caminhão do tal parente é de uma empreiteira que estava à serviço da prefeitura. E nem comentou ter repreendido o dono do veículo por manter a casinha (uma cabine improvisada para abrigar trabalhadores) na carroceria do caminhão. Estaria dando "muita bandeira" e que ele, Dias, poderia até ser cassado se houvesse denúncia. Tá registrado isso.
No meio da semana os vereadores Fábio Fiedler e Robinho (ambos PSD) e Célio Dias (PR), mais os suplentes Almir Vieira (PSD) e Braz Roncáglio (PR), apresentaram defesa às acusações de uso de materiais, equipamentos e servidores públicos em suas campanhas eleitorais. Ontem, quinta, 10, o promotor público da Vara Eleitoral, Odair Tramontin, já se manifestou e contestou todas as alegações apresentadas pelos réus.
Nesta sexta o juiz Ricardo Santos começou a analisar o processo e vai continuar examinando denúncia e defesa no fim de semana e aspectos formais do processo. Apesar de acumular a 1a. e 2a. Vara Criminal (a primeira como titular e a segunda como substituto), disse que poderá julgar o caso ainda em janeiro.
Um dos acusados, Célio Dias, disse, ao jornalista Alexandre Gonçalves, na quarta-feira, que utilizou o caminhão de um "primo" para colocar placas de campanha e que isto não é crime. Mas não disse que o caminhão do tal parente é de uma empreiteira que estava à serviço da prefeitura. E nem comentou ter repreendido o dono do veículo por manter a casinha (uma cabine improvisada para abrigar trabalhadores) na carroceria do caminhão. Estaria dando "muita bandeira" e que ele, Dias, poderia até ser cassado se houvesse denúncia. Tá registrado isso.
09 janeiro, 2013
Sem tempo para notícias, imagens bucólicas
| Placidamente e indiferente ao movimento da rua.... |
![]() |
| ...o gado pasta, na Itoupava Central. |
![]() |
| Na nem sempre tranquila Itoupavazinha, uma micro-fazenda sobrevive |
08 janeiro, 2013
O "Salão Nobre" de uma desleixada administração
O que é o lugar nobre de uma casa, de uma instituição? Fácil responder, não? É o melhor ambiente, o mais distinto, o lugar especial. Em instituições públicas é o espaço reservado para as cerimônias, solenidades ou atos importantes; recepcionar ou homenagear pessoas ilustres, por exemplo. Presume-se, portanto, que seja um local onde prevaleça o esmero (não confundir com luxo).
Bem, nem sempre. Há salões "nobres" que refletem relaxamento, displicência, desinteresse e mesmo incompetência. Um exemplo disso está no terceiro andar da Prefeitura Municipal de Blumenau. O chamado "Salão Nobre" da terceira cidade mais rica do Estado (ainda é a terceira? Não conferi), é um ambiente desleixado. Luminária caindo, placa decorativa solta, envergada; sofás rasgados. A identificação do lugar condiz com a desimportância que mereceu da administração JPK: uma folha de papel branco, com "Salão Nobre" impresso com jato de tinta.
O então prefeito poderia ter pedido ajuda à URB.
Quem sabe agora passe por uma reforma, indispensável. Ou mude-se a denominação e função do recinto.
| A faixa branca é um rasgo no tecido |
O então prefeito poderia ter pedido ajuda à URB.
Quem sabe agora passe por uma reforma, indispensável. Ou mude-se a denominação e função do recinto.
| Placa decorativa se desprendendo, no teto |
| Luminária caiu do suporte. E assim ficou |
| Você usaria em sua casa? |
07 janeiro, 2013
Câmara ainda em férias e site desatualizado
Enquanto a Prefeitura entra em efervescência, com as novidades de uma nova administração, a Câmara de Vereadores permanece em férias. Bem, os vereadores. Oficialmente começa a trabalhar dia 5 de fevereiro, com a primeira sessão ordinária. O gabinete do Presidente da casa permaneceu fechado e às escuras, enquanto o gabinete de vereador do presidente Vanderlei Oliveira, já com a plaqueta que identifica seu cargo, igualmente estava com a porta fechada. Mas dois assessores "davam expediente". Na verdade vários servidores voltaram ao trabalho. Em cargo de chefia vi por lá, nesta segunda, o diretor financeiro Ademar Maiochi. O presidente está em férias e visita parentes no Rio de Janeiro. Retorna para o trabalho dia 14 e a partir de então iniciam, de fato, as atividades. E no site ultrapassado da Câmara, nenhuma atualização, a não ser a informação sobre o novo presidente. De resto, estão lá todos os vereadores da legislatura que findou. Êta agilidade!
| Gabinetes inativos, ou quase...até dia 14 |
Baratas deixam evidências na extinta secretaria de Articulação
No primeiro dia de funcionamento, digamos, normal, da Prefeitura Municipal, o prefeito Napoleão Bernardes percorreu secretarias que funcionam no prédio-sede. Em algumas já se notava mudanças. A Secretaria de Comunicação foi uma delas. O gabinete do secretário Raimundo Mette e o setor de publicidade foram para as salas que abrigavam a extinta secretaria de Articulação Política (do Edson Brunsfeld, um dos envolvidos no caso "Tapete Negro". Aliás, uma funcionária de carreira que foi para o novo local estava incomodada com o cheiro de barata junto à sua mesa. Acredito e não me surpreende se aparecerem ratos por lá, ou sinais de que por ali circularam.
E Raimundo Mette recebeu a visita do ex-deputado Paulo Gouvêa. Visita cordial, disse o secretario de Comunicação, "do presidente do DEM para o presidente do PSDB". Enquanto isso, Fabricio Wolff, diretor de Imprensa tratava do remanejamento de paredes em sua área.
Perto dali, no mesmo andar, a novidade foi a indicação pelo procurador Newton Janke, de Eloi Barni, como diretor da Procuradoria Geral do Município. Servidor de carreira do órgão, reiniciou as atividades nesta segunda-feira já com a nova atribuição.
| Gouveia e Raimundo, cordialidade na contra-luz |
Perto dali, no mesmo andar, a novidade foi a indicação pelo procurador Newton Janke, de Eloi Barni, como diretor da Procuradoria Geral do Município. Servidor de carreira do órgão, reiniciou as atividades nesta segunda-feira já com a nova atribuição.
| Novos inquilinos promovem mudanças |
Rio Itajaí recupera volume com chuvas do fim de semana
| Água invadindo aterro, nesta manhã de segunda-feira |
03 janeiro, 2013
Multidão nas ruas na cidade em férias. E na BR-470, mais fiscalização?
Bem, 2013 iniciou. Cheguei nesta quinta, meio da tarde e posto duas observações feitas depois de folhear o "Santa". Primeira, sobre o público que foi à Beira-Rio e Ponte Adolpho Konder, para assistir o espetáculo de fogos de artifício na virada do ano. Muita gente, o que deveria levar a comerciantes, prestadores de serviço e até o prefeito da cidade a rever as férias e suspensão de atividades que habitualmente acontece depois do Natal até, geralmente, inicio da segunda semana de janeiro. Afinal, a cidade não fica deserta. Pelo menos não fica mais, como acontecia há duas décadas. Os tempos mudaram e milhares de pessoas permanecem por aqui, consumindo, necessitando serviços e serviços públicos.
A outra observação é provocada pela interpretação da Polícia Rodoviária Federal para a redução de mortes na BR-470. Seria consequência do aumento da fiscalização. Mais fiscalização? Curioso, viajei 1.600 km em rodovias federais, ida e volta, 300 deles na BR-470 e encontrei apenas uma viatura da PRF fiscalizando, e lá no Rio Grande do Sul. E no mesmo trecho, tanto na ida quanto na volta.
A outra observação é provocada pela interpretação da Polícia Rodoviária Federal para a redução de mortes na BR-470. Seria consequência do aumento da fiscalização. Mais fiscalização? Curioso, viajei 1.600 km em rodovias federais, ida e volta, 300 deles na BR-470 e encontrei apenas uma viatura da PRF fiscalizando, e lá no Rio Grande do Sul. E no mesmo trecho, tanto na ida quanto na volta.
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